domingo, 26 de junho de 2011

A Felicidade . Ela existe?

Continuando as reflexões de Anselm Grün que partilhamos aqui,vejamos agora na Idade Moderna,como os filósofos atuais( cabe a eles nos dar resposta para os dilemas da vida, pelo menos assim esperamos)Segundo Immanuel Kant- se posiciona de forma diferente-"A felicidade é algo sensível, originador de prazer". É << a consciência de um ser racional de aceitabilidade da vida, que acompanha ininterruptamente toda a sua existência.>>Para ele, grande filósofo do Idealismo alemão, a felicidade não tem significado moral. Nasce apenas das necessidades e de sua satisfação.Toda a filosofia moderna o segue, vendo "a felicidade principalmente como qualidade de vida "Assim também Sigmund Freud entende a felicidade como - vivência de fortes sentimentos de prazer- Em nosso tempo pragmático a felicidade é vista como capaz de ser "construida" por cada pessoa.Vemos ao nosso lado, as pessoas, se "reconstruindo"- física,sexual e mudando de paradímas apoiadas no avanço da Ciência e das mais divesificadas tecnologias. A publicação e sucesso de tantas "fórmulas da auto-ajuda"o evidencia.O leque de religiões, de cada percepção pessoal dos atuais gurus está se expalhando de forma alarmante.(esse tópico é meu)O autor aqui analisado e por mim citado dá, em seu livro, o seguinte exemplo:" que basta fazer jogging para que as hormonas da felicidade se difundam pelo corpo dando bem-estar e a "pessoa fique feliz"demonstrando o debrum ciêntífico abalizando a informação(sic) Cita também essa busca incessante de bem-estar, como arremedo "de ser feliz" não é a felicidade de que falam os filósofos da Filosofia grega. Christoph Quarsch dá nome dessa felicidade moderna buscada veementemente-Happiness-É de parecer que ela se transformou num artigo de consumo. Contudo, libertar-se de "stress",romper com um cotidiano opressante, distrair-se,enterter-se, e tantos "ópios"até as drogas do esquecimento, não é felicidade, nem sequer a traz,A felicidade é qualitativa, algo bem diferente. É a expressão de uma vida conseguida Para esse resultado,ié,necessário todo um trabalho interior, anímico,Séneca, filósofo romano assim formulou: "Uma vida bem-aventurada não é uma coisa fácil, simples. Para alcança-la é necessário atitude interior correta- interpretando tudo oque me acontece.Não é também um " viver na superfície, na periferia, externamente"Requer caminhos a percorrer, despedido-se da ilusão: Ser feliz paraa sempre. O Sermão da Montanha é um texto central para o tema da Felicidade. Jesus utiliza oito postulados, proclamando as bem-aventuranças como consolo e graça em situações muito especiais. Como exortações éticas. S. Gregório, o místico,vê o Caminho das Bem-aventuranças( Felicidade) como o Caminho para o cume da Montanha. Aqui são louvadas como ditosas, felizes, as pessoas que põem em prática as virtudes que Jesus aqui declara( as oito virtudes) "Felizes os olhos que vêem o que estais a ver (Luc.,10,23) Diz antes, "Felizes os que escutam a Palavra de Deus e a põem em prática(Luc.11,27)Compreende-se aqui que a " tão almejada felicidade está no alcance da plenitude do ser em todas as suas dimensões físicas, psicológicas, espirituais, i.é,Restaurar as divisões internas, dissociações, vazio interior e a busca vazia e efêmera por compensações constantes que, cada vez mais nos aliena e nos conduz para fora de nós mesmos e da nossa verdadeira vocação-a felicidade que se alcança, ou me é concedida por um retorno a Deus,me colocando à sua escuta, para agir e seguir o novo paradígma por Ele proposto na "Boa-Nova- O Evangelho- Não seja por religião seja péla sobrevivência mental e espiritual, dando sentido a nossa vida, visto que, o que temos ao nosso lado, ao nosso dispor é " essa imensa varidade de soluções de todas as espécies e que,segundo os dados da Sociedade de Saude Mental," de 20 em 20 minutos alguém-surta- perde-se de sí mesmo.(essas conclusões são minhas e, não do autor)

Nenhum comentário:

Postar um comentário